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AVALIAÇÃO DE VARIANTES HOTSPOTS, NOS GENES IDH1 E I, Vários Materiais

Agendamento necessário

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Prazo de entrega

Em até 7 dias úteis (incluindo sábados) às 22h

Orientações necessárias

Orientações para o cliente

I - Informações sobre o exame

  • Este exame consiste na análise de alterações presentes nos genes IDH1 e IDH2 (regiões hotspots). O exame pode ser realizado em material obtido a partir de tecidos (lâminas ou blocos de parafina), sendo útil na investigação de gliomas do tipo difuso, dentre outros.

II -Critérios de realização:

  • Para a realização deste exame é necessária solicitação médica.
  • É imprescindível que seja fornecida cópia do laudo anatomopatológico original da análise do material.

Poderão ser aceitos os seguintes materiais:

  • Fragmentos de tecido fixados em formalina 10%, preferencialmente tamponada, embebidos ou não em parafina (enviar em temperatura ambiente);
  • Lâminas de corte histológico (são necessárias, no mínimo, 10 (dez) lâminas em branco (não coradas), não montadas, e 1 lâmina corada pela hematoxilina-eosina (HE) (seção de 5µm de espessura), em portalâminas;

ATENÇÃO:

  • Não serão aceitas lâminas com resina ou material fora das condições citadas acima.
  • O tecido deve ter sido fixado previamente em formalina tamponada o mais rápido possível após a biópsia ou cirurgia. A fixação deve ser de, no mínimo, seis horas e, no máximo, 48 horas. A adoção de cuidados na coleta e na fixação da amostra garantem o sucesso do teste.
  • Caso seja enviado fragmento de tecido sem análise prévia (biópsia), o material deverá ser submetido a exame anatomopatológico para confirmação do diagnóstico naquela amostra.
  • É necessário que a amostra tenha células tumorais não necróticas presentes em quantidade superior a 20%.
  • É importante salientar que o material enviado sempre será analisado por um médico patologista antes da realização do exame. Dessa forma, se o material enviado for insuficiente ou inadequado para o teste, o mesmo não poderá ser realizado. O teste pode ter resultado limitado/comprometido em amostras submetidas a descalcificação prévia ou com material escasso.

Para saber sobre estes exames e como realizar, acesse:

https://www.fleurygenomica.com.br/

Manual do exame

Processamento e adequação da amostra

TECIDO:

Enviar o material (lâminas ou blocos de parafina) à Seção de Anatomia patológica junto com cópia do laudo anatomopatológico original (quando o material não tiver sido analisado no Fleury) em temperatura ambiente.

Método

Para a realização desse exame é imprescindível enviar cópia da solicitação médica e do laudo do exame anatomopatológico.

O material (lâminas e/ou bloco de parafina) deverá ser enviado em temperatura ambiente.

Poderão ser aceitos os seguintes materiais:

  • Fragmentos de tecido fixados em formalina 10%, tamponada, embebidos em parafina (enviar em temperatura ambiente);
  • Lâminas de corte histológico (enviar em temperatura ambiente);10 (dez) lâminas em branco (não coradas), não montadas, e 1 lâmina corada pela hematoxilina-eosina (HE) (seção de 5µm de espessura), em portalâminas;

ATENÇÃO: Não serão aceitas lâminas com resina ou material fora das condições citadas acima.

O tecido deve ter sido fixado previamente em formalina tamponada o mais rápido possível após a biópsia ou cirurgia. A fixação deve ser de, no mínimo, seis horas e, no máximo, 48 horas. A adoção de cuidados na coleta e na fixação da amostra garantem o sucesso do teste.

Caso seja enviado fragmento de tecido sem análise prévia (biópsia), o material deverá ser submetido a exame anatomopatológico (abrir item ANATPATP ou ANATPATPTE) para confirmação do diagnóstico naquela amostra.

É necessário que a amostra tenha células tumorais não necróticas presentes em quantidade superior a 20%.

É importante salientar que o material enviado sempre será analisado por um médico patologista antes da realização do exame. Dessa forma, se o material enviado for insuficiente ou inadequado para o teste, o mesmo não poderá ser realizado.

Obs.: Abrir uma sigla SMGENEIDH para cada NÓDULO ou LESÃO DIFERENTE que foi puncionada/biopsiada, independentemente do número de lâminas/fragmentos ou do número de frascos em que estes se encontram.

Valor de referência

Variante não detectada.

O resultado será acompanhado de um relatório interpretativo.

Interpretação e comentários

Este teste possibilita avaliar a presença de variantes no tecido tumoral (variantes somáticas) que podem auxiliar no direcionamento do tratamento do paciente. As variantes somáticas podem estar associadas a maior sensibilidade ao tratamento com terapias-alvo, mas podem também indicar resistência ao tratamento com esses medicamentos. Este teste avalia simultaneamente regiões genômicas frequentemente alteradas (regiões hotspots) nos genes IDH1 e IDH2 por meio do sequenciamento de nova geração (NGS). Este exame é útil na investigação de gliomas do tipo difuso, leucemia mieloide aguda, dentre outros.

No caso de envio de tecido, o material enviado sempre será analisado por um médico patologista antes da realização do exame. Dessa forma, se o material for insuficiente ou inadequado para o teste, o mesmo não poderá ser realizado. O teste pode ter resultado limitado/comprometido em amostras submetidas a descalcificação prévia ou com material escasso.

Orientações necessárias

I - Informações sobre o exame

  • Este exame consiste na análise de alterações presentes nos genes IDH1 e IDH2 (regiões hotspots). O exame pode ser realizado em material obtido a partir de tecidos (lâminas ou blocos de parafina), sendo útil na investigação de gliomas do tipo difuso, dentre outros.

II -Critérios de realização:

  • Para a realização deste exame é necessária solicitação médica.
  • É imprescindível que seja fornecida cópia do laudo anatomopatológico original da análise do material.

Poderão ser aceitos os seguintes materiais:

  • Fragmentos de tecido fixados em formalina 10%, preferencialmente tamponada, embebidos ou não em parafina (enviar em temperatura ambiente);
  • Lâminas de corte histológico (são necessárias, no mínimo, 10 (dez) lâminas em branco (não coradas), não montadas, e 1 lâmina corada pela hematoxilina-eosina (HE) (seção de 5µm de espessura), em portalâminas;

ATENÇÃO:

  • Não serão aceitas lâminas com resina ou material fora das condições citadas acima.
  • O tecido deve ter sido fixado previamente em formalina tamponada o mais rápido possível após a biópsia ou cirurgia. A fixação deve ser de, no mínimo, seis horas e, no máximo, 48 horas. A adoção de cuidados na coleta e na fixação da amostra garantem o sucesso do teste.
  • Caso seja enviado fragmento de tecido sem análise prévia (biópsia), o material deverá ser submetido a exame anatomopatológico para confirmação do diagnóstico naquela amostra.
  • É necessário que a amostra tenha células tumorais não necróticas presentes em quantidade superior a 20%.
  • É importante salientar que o material enviado sempre será analisado por um médico patologista antes da realização do exame. Dessa forma, se o material enviado for insuficiente ou inadequado para o teste, o mesmo não poderá ser realizado. O teste pode ter resultado limitado/comprometido em amostras submetidas a descalcificação prévia ou com material escasso.

Para saber sobre estes exames e como realizar, acesse:

https://www.fleurygenomica.com.br/

Outros nomes

Avaliação de variantes nos genes IDH1 e IDH2