Amilase, soro

Outros nomes:

AMILASEMIA

PANCREATITE, AMILASE PLASMATICA

Amilase

Processamento e adequação da amostra

- Aguardar 30 minutos; - Centrifugar a 2200 g por 10 minutos a 18 ºC; - Não aliquotar; - Soro (volume ideal: 1,0 mL; volume mínimo: 0,5 mL); - Enviar à seção, em temperatura ambiente. Estabilidade da amostra: Temperatura ambiente: 3 dias; Refrigerada(2-8 ºC): 7 dias; Congelada(-20 ºC): 6 meses;

Método

- Cinético colorimétrico.

Valor de referência

- De 28 a 100 U/L.

Interpretação e comentários

- A determinação da amilase no soro é útil no diagnóstico de pancreatites e parotidites. Aumentos são observados também em casos de infarto ou perfuração intestinal, peritonite, gravidez ectópica, apendicite, doenças das vias biliares e cetoacidose diabética, assim como em alguns tumores pulmonares ou ovarianos, traumas e queimaduras. Na insuficiência renal, também se observa elevação da amilase, mas raramente chegando a níveis três vezes superiores ao normal. Valores elevados no líquido ascítico ocorrem em pancreatites e perfurações intestinais e, no líquido pleural, em perfurações do esôfago ou na pancreatite com formação de fístula. Convém salientar que, nos líquidos cavitários, o valor da dosagem deve ser pelo menos o triplo do resultado obtido no soro para ter significado diagnóstico.

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