Microscopia eletrônica de transmissão, biópsia renal

Outros nomes:

Microscopia Eletrônica de Transmissão

Microscopia Eletrônica

Orientações necessárias

Este exame é realizado em material de biópsias de rim, percutâneas ou cirúrgicas. O material deve ser enviado em frasco coletor universal em gaze umedecida em soro fisiológico e encaminhada o mais rápido possível ao laboratório em temperatura ambiente (não excedendo 2h); alternativamente pode ser enviada em fixador apropriado (Glutaraldeído 2%), onde podem permanecer por no máximo 2h. Quando utilizado glutaraldeído, o frasco deverá ser enviado refrigerado em recipiente de isopor contendo gelo reciclável. Deverá permanecer em geladeira até o momento da biópsia e também após a coleta da amostra. A amostra não pode ser congelada ou enviada em gelo seco. - Não são aceitos materiais fixados em formol ou em qualquer outro tipo de fixador. - Para materiais provenientes de outros locais, é necessário obter com antecedência as orientações para a coleta e o envio da amostra. - Há restrição de dias e horários para a coleta e a entrega de material colhido. Assim, convém consultar o laboratório previamente. - O Grupo Fleury não realiza o exame de microscopia eletrônica em esfregaços, em aspirados citológicos (líquidos) e em materiais não biológicos. Também não realiza imunomicroscopia eletrônica e microscopia eletrônica de varredura.

Processamento e adequação da amostra

- O material, já identificado, deve ser enviado em gaze umedecida em soro fisiológico e encaminhado o mais rápido possível ao laboratório em temperatura ambiente (não excedendo 2h) ou imerso em frasco com glutaraldeído em caixa de isopor com gelo reciclável, o mais rápido possível. - NÃO USAR GELO SECO!

Método

- O espécime submetido em gaze umedecida com soro fisiológico ou fixado com glutaraldeído é analisado em microscópio eletrônico de transmissão, onde pode ser ampliado até 100.000x para estudo ultra-estrutural de elementos como organelas citoplasmáticas e suas conformidades, depósitos intracelulares ou extracelulares, tais como amilóide, imunocomplexos, lisossomos e produtos metabólicos. - A leitura e a interpretação do resultado são feitas por médico patologista através da análise de micrografias obtidas a partir de microscópio eletrônico de transmissão.

Valor de referência

- O resultado é interpretativo e emitido por laudo.

Interpretação e comentários

- A microscopia eletrônica de transmissão (MET) é um instrumento útil para o diagnóstico de algumas condições geralmente raras, que não podem ser definidas apenas com a análise histológica convencional ou com a imunoistoquímica, ou ainda que dependam de exames complexos e dispendiosos não disponíveis no Brasil, como é o caso de algumas condições genéticas. A técnica oferece subsídios morfológicos importantes, e muitas vezes conclusivos, que determinam, com segurança, a natureza do processo patogênico. Trata-se de ferramenta histológica adicional e muitas vezes a alternativa propedêutica de melhor custo-benefício para esclarecimento diagnóstico em casos específicos como: Glomerulopatias fibrilares; Doença de depósitos densos; Nefropatias congênitas e metabólicas (síndrome de Alport, nefropatia por membrana fina, doença de Fabry, doença de Gaucher e síndrome de Nail Patela).

Cobertura de convênios

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Preços e Pagamento Particular

A Clínica Felippe Mattoso oferece parcelamento em até 10x sem juros (parcela mínima de R$ 50,00).

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