Peptídeo C, após teste de glicose 75 g, soro

Outros nomes:

Teste de reserva pancreática

PEPTIDEO C APOS ESTIMULO COM GLICOSE

TESTE DE ESTIMULO DE PEPTIDEO C COM GLICOSE

ESTIMULO COM GLICOSE PARA DOSAR PEPTIDEO C

Orientações necessárias

I - Informações sobre o exame: - O exame compreende dosagens seriadas de peptídeo C e glicose (basal, 30, 60, 90 e 120 minutos após estímulo com 75 gramas de glicose por via oral, ou conforme solicitação médica). - Este exame é um conjunto e seu componente é: GTT2- - O teste pode provocar náuseas e vômitos - O uso de biotina e suplementos alimentares que contenham biotina devem ser suspensos 3 dias antes da coleta. II - Critérios de realização - Exame não realizado em pacientes com diagnóstico confirmado de diabetes mellitus. - Este exame é realizado somente com solicitação médica. - Este exame requer um jejum de oito horas (com exceção de água pura, que pode ser ingerida). Para crianças menores de 9 anos de idade que não consigam ficar esse período sem se alimentar, o tempo de jejum deve ser orientado pelo médico que solicitou o exame. - Clientes menores de 18 anos deverão vir acompanhados de um responsável legal. III - Preparo - Manter dieta habitual, sem restrição de carboidrato (massas, açúcar e doces) nas 72 horas que antecedem o exame. - Não fazer uso de laxante na véspera do exame. - Não fazer esforço físico antes do exame (no mesmo dia do exame). Atenção: - Caso o cliente apresente diarréia nos dois dias que antecedem o exame ou no mesmo dia de sua realização, a prova deve ser agendada para outra data. IV - Recomendações durante o teste - Havendo algum exame de urina para realizar na mesma ocasião, a coleta deve ser feita antes do início da curva glicêmica. - O cliente deve evitar andar e não pode fumar ao longo da prova. - A ingestão de qualquer tipo de alimento é proibida durante o exame. I - Informações sobre o exame: - O exame compreende dosagens seriadas de peptídeo C e glicose (basal, 30, 60, 90 e 120 minutos após estímulo com 75 gramas de glicose por via oral, ou conforme solicitação médica). - Este exame é um conjunto e seu componente é: GTT2- - O teste pode provocar náuseas e vômitos - O uso de biotina e suplementos alimentares que contenham biotina devem ser suspensos 3 dias antes da coleta. II - Critérios de realização - Exame não realizado em pacientes com diagnóstico confirmado de diabetes mellitus. - Este exame é realizado somente com solicitação médica. - Este exame requer um jejum de oito horas (com exceção de água pura, que pode ser ingerida). Para crianças menores de 9 anos de idade que não consigam ficar esse período sem se alimentar, o tempo de jejum deve ser orientado pelo médico que solicitou o exame. - Clientes menores de 18 anos deverão vir acompanhados de um responsável legal. III - Preparo - Manter dieta habitual, sem restrição de carboidrato (massas, açúcar e doces) nas 72 horas que antecedem o exame. - Não fazer uso de laxante na véspera do exame. - Não fazer esforço físico antes do exame (no mesmo dia do exame). Atenção: - Caso o cliente apresente diarréia nos dois dias que antecedem o exame ou no mesmo dia de sua realização, a prova deve ser agendada para outra data. IV - Recomendações durante o teste - Havendo algum exame de urina para realizar na mesma ocasião, a coleta deve ser feita antes do início da curva glicêmica. - O cliente deve evitar andar e não pode fumar ao longo da prova. - A ingestão de qualquer tipo de alimento é proibida durante o exame.

Processamento e adequação da amostra

- Receber a amostra em embalagem REF e mantê-la nesta condição até a manipulação. - Aguardar 30 minutos; - Centrifugar a 2739 g por 10 minutos a 4 ºC; - Não aliquotar; - Enviar os tubos de soro à seção, refrigerado (2-8 ºC). - Volume de soro: 1,0 mL para cada amostra. Estabilidade da amostra: Temperatura ambiente: não aceitável; Refrigerada (2-8 ºC): 7 dias; Congelada (-20 ºC): 3 meses.

Método

- Ensaio eletroquimioluminométrico para dosagem de peptídeo C - Ensaio enzimático para determinação de glicose

Valor de referência

- 1,1 a 4,4 ng/ mL (Amostra Basal). - Em indivíduos não diabéticos, a resposta do peptídeo C após a ingestão da glicose é superior ao seu valor basal em 300 a 400% aos 30 minutos, e em 250 a 300% aos 60 minutos.

Interpretação e comentários

- O peptídeo C consiste no fragmento liberado quando a proinsulina sofre clivagem, dando origem à insulina. As células beta o secretam em concentrações eqüimolares com a insulina. Assim, esta dosagem tem utilidade na determinação da reserva de insulina endógena. Isso porque o peptídeo C serve como marcador de reserva funcional de células beta em pessoas nas quais a dosagem de insulina fica prejudicada pelo uso de insulina exógena, com conseqüente aparecimento de anticorpos endógenos e no diagnóstico da hipoglicemia factícia, na qual o peptídeo C é caracteristicamente indetectável. Níveis elevados de peptídeo C concomitantes com hipoglicemia podem ser encontrados em casos de insulinoma. - Em indivíduos não diabéticos, a resposta do peptídeo C após a ingestão da glicose é superior ao seu valor basal em 300 a 400% aos 30 minutos, e em 250 a 300% aos 60 minutos. - Por se tratar de um teste menos invasivo que o de estímulo com glucagón, pode-se constituir no exame de escolha para a determinação da função das células beta. - Vale ressaltar que existe uma forte correlação entre os níveis basais de peptídeo C e os obtidos após estímulo de qualquer natureza. Estudos epidemiológicos deminstraram que, em diabéticos, valores inferioress a 0,6 ng/mL podem refletir uma baixa reserva secretória das células beta pancreáticas.

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