Uréia, soro

Outros nomes:

AZOTEMIA

Uréia no soro

UREIA PLASMA

DOSAGEM UREIA SERICA

DOSAGEM UREI SORO

DOSAGEM UREIA

Processamento e adequação da amostra

- Aguardar 30 minutos; - Centrifugar a 2200 g por 10 minutos a 18ºC; - Não aliquotar; - Enviar à seção, em temperatura ambiente; - Soro, volume ideal: 1,0 mL; volume mínimo: 0,5 mL. Estabilidade da amostra: Temperatura ambiente: 7 dias; Refrigerada (2-8ºC): 15 dias; Congelada (-20ºC): 1 ano.

Método

- Cinético UV.

Valor de referência

10 - 50 mg/dL.

Interpretação e comentários

- O uso clássico deste exame como parâmetro de avaliação da função renal vem sendo substituído pela dosagem de creatinina. A uréia sofre, mais que a creatinina, influência do catabolismo protéico, aumentando com as dietas hiperprotéicas, com o uso de esteróides e com a presença de infecções, traumas e hemorragias digestivas. Sua depuração renal também apresenta, mais que a creatinina, variações com o fluxo urinário, diminuindo nos estados de oligúria. No entanto, o encontro de níveis séricos elevados de uréia ainda levantam, em primeiro lugar, a hipótese de insuficiência renal e, portanto, implicam a necessidade de investigação do cliente nesse sentido. A relação uréia-creatinina no soro pode ser bom indicador do ritmo de catabolismo protéico.

Cobertura de convênios

Para informações sobre cobertura de convênio, consulte nossa página de Convênios ou ligue para nossa Central de Atendimento pelo telefone: (21) 2266-8989

Preços e Pagamento Particular

A Clínica Felippe Mattoso oferece parcelamento em até 10x sem juros (parcela mínima de R$ 50,00).

Não possui cadastro? Cadastre-se já!

Entre em contato com a nossa Central de Atendimento e agende seu exame: 

(21) 2266-8989