Vírus Chikungunya, detecção do RNA por PCR em tempo real, plasma

Outros nomes:

RT-PCR CHIKUNGUNYA

detecção de Chikungunya por PCR

Processamento e adequação da amostra

- Centrifugar o material por 10 minutos a 2200g a 18 °C, no máximo 8 horas depois da coleta - Transferir todo o plasma, com pipeta estéril e evitando tocar a camada de leucócitos, para um tubo plástico de 4 mL estéril (tubo de alíquota padrão). - Volume mínimo de plasma para envio: 1,5 mL. - NÃO ENVIAR SANGUE TOTAL. Estabilidade da amostra: Temperatura ambiente: não aceitável; Refrigerada (2-8 ºC): 48 horas; Congelada (-20 ºC): 1 mês.

Orientações necessárias

- Não há necessidade de preparo para este exame.

Método

- PCR em tempo real. - Limite de detecção do teste: 3700 cp/mL.

Valor de referência

- Indetectável.

Interpretação e comentários

- A febre do Chikungunya é uma doença causada por um vírus do gênero Alphavirus, transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo A. aegypti e A. albopictus os principais vetores. A doença estava restrita a países da África e Ásia até 2013, quando houve o registro de casos autóctones na América Central. No Brasil, os primeiros casos em pessoas sem histórico de viagem internacional ocorreram em agosto de 2014, no Estado do Amapá, e, a seguir, na Bahia. - A infecção pelo vírus Chikungunya (CHIKV) apresenta um período médio de incubação de três a sete dias, podendo variar de 1 a 12 dias. Na fase aguda, os sintomas aparecem de forma brusca e compreendem febre alta, cefaleia, mialgia e artralgia (predominantemente nas extremidades e nas grandes articulações). Também é frequente a ocorrência de exantema maculopapular. Os sintomas costumam persistir por sete a dez dias, mas a dor nas articulações pode durar meses ou anos e, em certos pacientes, tornar-se crônica e incapacitante. - A confirmação dos casos suspeitos é feita por detecção do RNA do vírus em soro ou plasma por PCR ou por meio de sorologia com presença de IgM anti-CHIKV. A fase aguda caracteriza-se por carga viral alta, que atinge seu pico cerca de cinco dias após o início dos sintomas, decaindo lentamente logo depois. Assim, a PCR tem alta sensibilidade desde o início da sintomatologia até por volta do décimo dia. A partir desse momento, recomenda-se a utilização de testes sorológicos para o diagnóstico, embora a PCR possa ser também positiva na fase crônica, durante períodos de reagudização.

Cobertura de convênios

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Preços e Pagamento Particular

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